Candidatos ao governo do DF apresentam propostas para o transporte público
Candidatos ao governo do DF apresentam propostas para reduzir tarifas, ampliar a gratuidade, estatizar o transporte público, fiscalizar empresas e expandir BRT, metrô e vias.
O DF1 entrevistou, na segunda-feira (21), três dos sete candidatos ao governo do Distrito Federal que não estavam entre os quatro mais bem colocados na pesquisa Datafolha divulgada em 11 de setembro. As entrevistas, gravadas e definidas por sorteio na presença de representantes das campanhas, tiveram duração de dois minutos. Os demais candidatos seriam entrevistados na terça-feira (22).
Na área de transporte público, Elisson Ferreira (Agir) afirmou que pretende reduzir o valor das passagens, comprar mais veículos e ampliar a gratuidade do transporte para as sextas-feiras, os sábados e os domingos.
Expedito Mendonça (PCO) disse que o transporte do Distrito Federal não deve ser submetido à exploração capitalista nem à iniciativa privada. Segundo ele, o setor deve ser estatizado integralmente e controlado pelos usuários.
“Não é uma mercadoria, é um direito da população de ir e vir. Nesse sentido, nós defendemos a estatização completa do setor de transporte, o seu controle pelos usuários”, declarou.
Kiko Caputo (Novo) defendeu a fiscalização das empresas de transporte público para verificar se elas estão operando com a quantidade de ônibus e na frequência previstos nos contratos e pelos quais são pagas. O candidato também propôs ampliar o BRT e o metrô do Distrito Federal.
Caputo afirmou ainda que é necessário construir a segunda ponte do Lago Norte e quatro novas Estradas-Parque: em Planaltina, Brazlândia, Águas Claras e no Recanto das Emas.
“Precisamos construir a segunda ponte do Lago Norte e quatro novas estradas parques: a de Planaltina, de Brazlândia, de Águas Claras e a Estrada Parque do Recanto”, declarou.